
Acordo com o entusiasmo de ter uma visita de estudo, apanho o autocarro e sigo para a baixa-chiado. Em pleno largo de Camões, encontro os vários elementos da turma que iriam comigo conheçer a Lisboa Pessoana. Entre fotografias, rostos chateados devido à chuva que se fazia sentir, risos e conversas encontrámo-nos com o guia que nos iria dar a conheçer os locais por onde Fernando Pessoa tinha passado em vida. Chuvia intensamente e a voz do guia, este com bigote, olhos azuis e de chapéu de chuva colocado no punho, mal dava para ser ouvida por todo o grupo que atentamente o tenta escutar. O primeiro encontro com o guia deu-se no largo do teatro de S. Carlos onde está situada a primeira casa de Fernando pessoa. Um prédio tradicional lisboeta com varandas, amarelo e com traçados pintados de branco. Neste local entusiasmei-me com a máquina fotográfica e fiz uma sequência de fotos do local e foquei-me nos candeeiros lisboetas presentes naquele local. Seguimos a visita, e sem grande atenção da minha parte para com o guia, esta também devido à chuva, fui tirando fotografias, ouvindo os poemas de Pessoa a serem lidos e a ter conversas paralelas ao assunto em contexto com os meus colegas de turma.
Fotografei e adquiri informações relevantes relativas a locais de culto de Fernando Pessoa. Uma Igreja, a Brasileira, a loja dos Charutos, e cafés frequentados pelo poeta foram-nos indicados como locais de referência para Fernando Pessoa na sua época. Conhecemos também aspectos relevantes sobre a vida e obra de Fernando Pessoa.
Entre tudo isto também tive o meu momento de leitura de um poema para que o grupo ouvisse. Enquanto lia e apôs tê-lo lido, percebi o quão importante era termos realizado a visita de estudo. Encaro-a como uma fonte de motivação e cultura perante um tema importante literário que temos estado a estudar.
Percebi o quão Fernando Pessoa foi importante para toda uma sociedade, revelou uma ideia futurista perante o mundo em que viveu, e apesar de viver na geométrica cidade de Lisboa conseguiu atravês de héterónimos descubrir o mundo à sua maneira, vivendo apenas para a Poesia.
Perante a atenta mas distraida realizada no ambito da disciplina de Português faço um comentário positivo, apesar de ter chovido e de todos os se não’s daquele dia, conseguimos descubrir e adquirir cultura, tendo passado pelos sitios mais marcantes que o nosso tão prestigiado Fernando Pessoa viveu e poetizou.

"descobrir"
ResponderExcluirDe facto, Miguel, se tivesses estado mais atento (eu vi-te :-) ) terias aproveitado mais.
Tens vários erros no relatório que evitarias com um corrector ortográfico.
O facto de teres apresentado tardiamente o teu trabalho não me vai permitir fazer todas as correcções, apenas daqueles erros mais graves...
Quanto ao trabalho, goataria que continuasses a relacionar os poemas com o quotidiano e o fogo através das tuas reflexões/textos; alguns estão bastante bem. E também gostaria que os "posts" não aparecessem todos em catadupa depois do prazo, porque é precisamente o contrário da minha ideia original. Eu sei, eu sei, essa história da desformatação, mas para mim vem dar ao mesmo.
Falta-te o relatório do processo até este momento.
R
Boa continuação (fico na expectativa)
És um cópias meu fofo!
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