De quando em quando julgamo-nos imperfeitos. Entre um "quando" até ao outro surgem-nos os mais variados pensamentos. Observar é o que faz seguir, mas para seguir não é só preciso observar. O raciocínio lógico adquirido através da observação não é o bastante para o próximo passo. Concretizá-lo é a decisão sensata e correcta. Obriga não só a ver mas também a por em prática. Por em prática dá uma amplitude de escolha que o comodismo não alcança. Com isto quero transmitir a ideia de que o sentimento "estar perdido" de nada serve, só complica, só baralha, só nos faz divagar em nada. Ter tudo não é nada, como lutar por nada não tem valor, mas ter nada e querer ter algo, faz com que a vontade de ter e ser tenha valor.
Baralhado? Dois estamos. Julgamos ter controlo sobre o que fazemos ou sentimos, mas não, não afirmamos algo e fica tudo resolvido. É tudo bem mais simples que isso, é pensar e agir ou não pensar e agir na mesma, é concretizar o que te apetece sem medo das consequências desde que estas não nos lixem. Mas qual a melhor forma de pensar numa coisa que não nos lixe? Não pensando. Logo, não pensando mas fingindo o que é que me apetece? NADA.
Falta um click, falta fazer "buéde merdas", portanto o melhor é faze-las sem racionalizar que as temos de fazer.
Em escrever está o gozo de poder mentir, está a ironia de uma mente pequena se poder transformar em algo grande. Não há vontade não à futuro, não havendo futuro não há pensamento. Assim concretizado ficava.
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O "click" nao vem do nada, por vezes temos de nos dar ao trabalho de o encontrar.
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