sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

2500

E o impossível, também vale? Dois mil e quinhentos batimentos cardíacos enquanto andas e ouves música. Não sabes porque é que bate, mas que bate, disso não haja dúvidas. Dás uma justificação impessoal para justificares todos os factos que a cada batimento escutas. O que é que se passa? Perguntas tu.
Pá é uma cena muita marada, andas todo à toa. Cheio de objectivos estúpidos que se vão contradizendo. Sonhas e adormeces a pensar no mesmo, a rotina vai-se alterando consoante as modas que lhe dás. Tomas banho e ganhas uma ganda pica para o dia que ai vem, se não o tomas tens um dia muita banal.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Rotina de João









Sequencialmente, de mês a mês, João segue o que o espera. Trabalhos de todas as cadeiras, directas na cabeça, prazos a cumprir que o deixam mentalmente programado para o trabalho. O quarto desarrumado, roupa e loiça por lavar, banho mal tomado e sempre cheio de pressa, caracterizam-no e criam nele um heterónimo. Positivo? Negativo? Não o qualifiquemos desta forma, sejamos claros e concisos. Não sabemos o que João ambiciona, portanto não lhe atribuamos um rótulo, respeitêmo-lo apenas.
João sai e volta tarde, não avisa ninguém e faz o que quer. Mentalmente está escondido no seu "cantinho", desenvolvendo técnicas de interpretação pessoais e colectivas. João corre e ri, diverte-se e cresce. João, reservado e abstraido, sente-se noutra dimensão, e a cada linha que lê, explora e ambiciona mais, absorve e deixa-se absorver pela compacta informação que lhe é concedida. Ignora ou esconde o seu ironismo de ouvir , de forma silenciosa mas atenta a tudo o que lhe é dito. João não fala sem palavras, não concede soluções sem base num raciocínio prévio, debruça-se e quase caindo, expõe a sua aprendizagem. Não soluça, mas gaguejando exprime.
Em casa é naturalmente calmo! Apesar da sua desorganização, tem a cabeça arrumada quanto à vivência familiar. Superficialmente arrogante e vil, interiomente curioso e interessado. Dedicado aos outros mas também muito aos estudos. Joga online e usa Skype, comunicando de forma facil e rápida com os amigos. Dos poucos amigos que tem, todos o acompanham na sua quase oprimida rede social.
Sem que a percepção seja inteirada por João, este continua divagando em linhas inacabáveis de texto corrido, imagens, vídeos e músicas. Cabeça cheia, pensamanentos todos baralhados; a confusão total, devora João. João imagina-se internado. Montes de prosa e poesia, acompanham-no na sua melhoria cultural e piora mental e física. Acordado do sonho depara-se com a realidade cultural, volta ao jogo, volta ao Skype.
Rotineiro é, dormindo as oito horas ditas necessárias de sono, jogando online cerca de quatro, e estudando as restantes, formando assim vinte e quatro horas, as de João.
Ao fim de tantas horas passadas por vários longos dias que fazem anos, João apercebe-se e começa a catalogar tudo o que sabe. Torna-se bibliotecário mental de si mesmo, preservando, agradado, o seu conhecimento.
Percebeu que não só as suas directas e o seu vasto interesse por diversificadas áreas não foi em vão.
João reside actualmente num apartamento com vista para o Central Park, dirigi-se usando uma Vespa de cor preta. No seu apartamento vive apenas com linhas de rascunhos e uma barra de marcadores de internet. Não trabalha em algo particular, mas particulariza-se em conhecer, dando posteriormente a conhecer. Conhece, absorve o que lhe é possível e apresenta-o a um público. Daqui, João tira o seu lucro, do qual compra na Easyjet, continuando assim com uma gestão coerente. Não voa em primeira classe, continuando a ser o João humilde que nos foi dado a conhecer.
Sentado ao lado de João estou agora, num voo entre Bangkok e Barcelona, aparentemente de trabalho. Admirado fiquei com a postura do meu parceiro de banco de avião, João estava pasmado com tudo o que em seu redor observava, e a ultima frase visivel do seu diário de bolso dizia: "38 anos, futuro incerto mas promissor".


Valemos a pena culturalmente ou que o imaginou joão estava correcto?

Cultura-te

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Vontades

De quando em quando julgamo-nos imperfeitos. Entre um "quando" até ao outro surgem-nos os mais variados pensamentos. Observar é o que faz seguir, mas para seguir não é só preciso observar. O raciocínio lógico adquirido através da observação não é o bastante para o próximo passo. Concretizá-lo é a decisão sensata e correcta. Obriga não só a ver mas também a por em prática. Por em prática dá uma amplitude de escolha que o comodismo não alcança. Com isto quero transmitir a ideia de que o sentimento "estar perdido" de nada serve, só complica, só baralha, só nos faz divagar em nada. Ter tudo não é nada, como lutar por nada não tem valor, mas ter nada e querer ter algo, faz com que a vontade de ter e ser tenha valor.
Baralhado? Dois estamos. Julgamos ter controlo sobre o que fazemos ou sentimos, mas não, não afirmamos algo e fica tudo resolvido. É tudo bem mais simples que isso, é pensar e agir ou não pensar e agir na mesma, é concretizar o que te apetece sem medo das consequências desde que estas não nos lixem. Mas qual a melhor forma de pensar numa coisa que não nos lixe? Não pensando. Logo, não pensando mas fingindo o que é que me apetece? NADA.
Falta um click, falta fazer "buéde merdas", portanto o melhor é faze-las sem racionalizar que as temos de fazer.
Em escrever está o gozo de poder mentir, está a ironia de uma mente pequena se poder transformar em algo grande. Não há vontade não à futuro, não havendo futuro não há pensamento. Assim concretizado ficava.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

MAG








Secalhar não sentes a maneira como crescemos, secalhar à muito tempo que nisso não reparávamos. Até agora sempre te dei palavras brincalhonas, e parcialmente gozadas. Mas é altura de te dar algo sério algo que corresponde à tua meia idade jovem. Descrever momentos não faz o meu dicionário, datas e relações não me dizem nada. Mas amizades, definem-me e sei que a ti também.
Não vou estar presente no tão habitual e antigo Caldas. Desiludida, não fiques porque como acima disse datas não nos definem. Já te dei muita carta, já te dei muita coisa que tu nem reparaste que dei.
O que sinto agora é que já há muito que não estou contigo da mesma maneira, que já não nos ouvimos mutuamente que já não somos os mesmos putos de antes. Eras bem mais simples, muito menos "popular", eras a MAG, que tenho saudade. Também não sou o mesmo, ou sou?
Pá no meio disto tudo só te tenho a dizer que para mim, significas. Representas alguém que me marca e marcará, uma miuda com sucesso que merece ser feliz. Que fazes falta, que te vou ver crescer!
O que viste e sabes de mim? Nada. Só estiveste lá quando cresci de verdade (pensa lá e vê se sabes quando foi). Estiveste e praticamente sabes muito, mereces e eu acho que também mereço.
E pára de pensar, pára de inventar futuro, pára de te deitar na cama e agoirar. Sente, vive, faz buéde merdas que te dêm gozo. Goza, o gozo que te dão as pequenas coisas. Ri, lê, descobre, pesquisa, abre a mente e pensa que sobre o futuro, um texto da tua autoria, com conteudos jornalisticos, não serve. aplica-te, escreve, estuda, namora (com calma), viaja. Aproveita os bons amigos que tens e surpreende-te com os que ainda não tens.
Em relação a nós haveremos de continuar grandes, muito adultos e com perspectivas ambiciosas. Obrigado.
Quanto à mudança radical de temática da tua carta de PARABÉNS, definu-a em baixo:

Não redigo uma carta de amor, redigo-a para ti, porque a mereces.
(Só valeu a pena se choraste, senão apago)

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Miscaro, cogumelo ou frade?








Nem miscaros, nem cogumelos, nem frades. Um sotão, tascas e amigos. Tendo por base um jantar dos que eu gosto, isto é, onde a indiscrição e a subtileza podem actuar, arrancámos. A paz instalasse mal o carro pára o movimento das rodas. O ar mudou, está mais fresco, a bateria acabou e nem vontade tenho para o telemóvel ir carregar. Concretamente não sei o significado de "paz de espírito", mas sem saber, era o que sentia. Nada mais me passou pela cabeça senão que não se passasse mesmo nada. Observava cada coisa como se a estivesse a ver pela primeira vez e repetia este gesto consecutivamente sem alguma vez, até me vir embora, me cansar. Onde é que estava? No sitio onde se o design não me levar a nada, irei estar. Há já alguns dias que a vontade de escrever era inexistente, hoje também não a tenho, mas escrevo. E porque? Porque desta vez, não me interrogo nem coloco perguntas complicadas, apenas sinto e escrevo.
Estamos bem "Correia", era o que pensava cada noite que na tasca do Páteo me sentava. Contei dezanove duas vezes, os "Portos" não os contei porque foram muito rápido. Três garrafas de água com açucar e um vómito ainda vísivel no dia da partida. Muito bem, o Nando não alcançou o que quiz dizer, e o rapaz da linguagem gestual para maiores de dezoito também teve o seu mérito. Marta Reis e as amigas também estiveram presentes com o seu inconfundivel charme.
Charme? Beleza? Saude? Amigos?
Coloco estas e mais questões pois nunca são poucas as perguntas que nos pomos a nós próprios, por vezes ainda levam a mais perguntas e a mais e mais, o que nos faz ficar com a cabeça cheia delas, o que por vezes nos pode levar a pensar em coisas que nunca sonhávamos pensar!
Mas estas coisas acontecem e com a ajuda dos amigos tudo se resolve e ai vemos que afinal estas perguntas não foram em vão, ai nos apercebemos que através destes momentos, crescemos e que aprendemos a lidar com os nossos problemas, e sabem o que ainda é melhor no meio de tudo isto? É saber que temos amigos dispostos a ajudarem-nos em tudo aquilo que precisamos!
Meu puto diz o que tens a dizer.
A maneira como nos expressamos revela muito sobre a nossa personalidade, colóca-nos um rótulo sobre aquilo que realmente somos. O engraçado é que todos os rótulos podem ser quebrados e a maneira de expressar também. Voltando ao Alcaide "MEU PUTO", obrigado.
Agora que cheguei às Caldas e já pus o telefone a carregar volto à rotina. Disiludido por a esta ter que voltar? Não. É nesta que se resolvem e ultrapassam os grandes/pequenos "problemas".

In Caldas, Francisco Correia & Miguel Rosa, 2010

domingo, 7 de novembro de 2010

Heteronímia

Heteronímia (heteros = diferente; + ónoma = nome) é o estudo dos heterónimos, isto é, estudo de autores fictícios (ou pseudoautores) que possuem personalidade. Ao contrário de pseudónimos, os heterónimos constituem uma personalidade. O criador do heterónimo é chamado de "ortónimo".
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Rotulada de vivência caseira normal diz-se que todos trabalham com um objectivo em comum e desempanham um papel importatnte para que a total harmonia seja alcançada. Não só disto pode caracterizada um vivência, fundam

Meia ou cueca?

De meia em meia não usa cueca o menino que não se asseia. E se a mesma truce for usada durante vários longos dias, comprasse um boxer novo na loja do senhor Matias. E como não há nada sem o que vem a seguir vivo o agora e o a seguir e não me chateio, ou fico farto e mando embora.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

zeitgeist

Somos controlados por entidades superiores que nos comandam dando-nos objectos de lazer como entretem.

Ler frase do jimmi hendrix.

http://www.zeitgeistmovie.com/


domingo, 31 de outubro de 2010

Hora de Sábado









Trazido de uma sexta-feira acompanhada pela luz ofuscante do computador no quarto, escuro, onde o ar é mais pesado que as proprias palpebras, olhando de cinco em cinco minutos para as horas, perguntando-me se estaria na hora de ir fumar o cigarro que tanto espero. Por cada passa dada no cigarro segue-me a confusa consciência de todas as outras. De que valeu uma noite compoturizada se poderia estar noutro lugar, onde a consciência não se revela importante, ou nem sequer se revela. Estar num carro monótono, abafado por mentalidades positivamente críticas.
Quase no ultimo bafo do cigarro consciente, consigo mesmo entrar no pensamento que estava a ter. Estou agora no carro.
Estranho sentimento este, que me interroga. Como é que neste carro apertado me sinto mais confortável que num quarto imenso onde só eu me encontro? Talvez porque a ideia de conforto nao se redime só a um estado fisico, mas tambem a uma questão afectiva. Orgulhoso de quem está perto, aproximo-me ainda mais e descubro que já fomos bem mais pequenos. Não considero ninguém crescido mas admito que já cresci. Há um tempo eram brincadeiras, criançadas e risadas estúpidas. Agora são brincadeiras, criançadas e risadas que quase tocam a maturidade. Não a atingem mas dão para crescer. As opiniões dispersam-se e com toda a vontade que tenho de as ouvir, a preocupante hora de ir para casa faz com que desligue de algumas. Nesse mesmo momento reparo que o camião da recolha de lixo ainda não passou. Debatendo isto dentro do embaciado carro chegamos ao concenso de que a hora de sábado tem mais uma. Ou seja vinte e cinco reunidas num dia.
Coisa rara. Infelizmente. Certamente haverá mais. Apenas teremos de encarar os dias de vinte e quatro, como de vinte e cinco. E quem de vinte e cinco tira? Perde uma hora, perde um dia como o de hoje.
2+4 = seis horas da manhã, apago o cigarro e espero pela hora de Sábado.


In Carro, Francisco Martinho, Inês Atienza, Miguel Rosa, Ricardo Almeida, Rodolfo Feitor, Ruben Rodrigues, Tiago Secca, Tomás Batarda, 2010.

(Alfabeticamente organizado e redigido na hora 25 de Sábado)

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Numeros










De nove até um e de um até nove, o carrossel anda mas continua no mesmo sitio. Estático, pleno e pasmado perante o que se observa. Em negativos representa-se o que em positivos será verdadeiramente conhecido, descobre-se mas cobre-se a verdade e destoa-se o pensamento. Estou a escrever à toa, sem nexo, sem lógica aparente. Na verdade não é só uma irracionalidade evidente, é intrínseca e permanente. Um dia destes escrevo uma história que relacione o quotidiano com algo culturalmente conhecido e com isto deixo-me de teorias abstractas que de nada servem.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Começando a contar a partir do dia de hoje faltam exactamente oito dias para podermos fechar o andar.

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De que que serve esse teu egocentrismo
Se não és ninguem sem um grupo

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domingo, 17 de outubro de 2010

Psicologicamente mal jogado

Psicologicamente mal jogado é um acto praticado por alguém que está demasiado dentro do assunto e o encara de forma involuntariamente irracional. Um acto irreversível que passa a fazer parte do que somos hoje, ou o que fomos no quotidiano.

In Público, Catarina Coutinho e Miguel Rosa

Ricardo Reis-
















Cada dia sem gozo não foi teu

Foi só durares nele. Quanto vivas
Sem que o gozes, não vives.

Não pesa que amas, bebas ou sorrias:
Basta o reflexo do sol ido na água
De um charco, se te é grato.

Feliz o a quem, por ter em coisas mínimas
Seu prazer posto, nenhum dia nega
A natural ventura!

In Poesia , Assírio & Alvim, ed. Manuela Parreira da Silva, 2000

Frutos, dão-os as árvores que vivem,
Não a iludida mente, que só se orna
Das flores lívidas
Do íntimo abismo.
Quantos reinos nos seres e nas cousas
Te não talhaste imaginário! Tantos,
Sem ter perdeste
Sonhos, cidades!
Ah, não consegues contra o adverso muito
Criar mais que propósitos frustrados!
Abdica e sê
Rei de ti mesmo.

In Poesia , Assírio & Alvim, ed. Manuela Parreira da Silva, 2000

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Pontos de?

Vejo duas sombras, ambas desenham na parede, eu sentado penso qual o ponto de vista correcto. Será que há correcto? Penso e escrevo, observo e concentro-me mas desconcentro-me no momento a seguir. Deparo-me com uma (ir)-realidade que me baralha e destoa do que sou realmente. O que é que sou, o que é que sei? NADA. E o nada o que é? Confusão desfeita mas não resolvida, baralho pensamentos confundo-me mas continuo a pensar. Pensar cansa mas resolve. São apenas frases feitas sem nexo aparente para quem as lê, mas bem interpretadas por quem as sente. O que sinto hoje? Sei lá é a resposta habitual, é o desespero (ainda imaturo mas provavelmente eterno) de quem tem ambição de ser alguém. E o ser alguém o que é? Olha sei lá o que é.
Fazes OFF e ficas na mesma porque sou eu que escrevo e tu não vais perceber. Sabes quando te vês como alguém que vê e se apercebe antes dos outros? Mesmo apesar de por vezes errar?
Nada dito, nada feito, faz ON e cria o teu mundo, baralha-te com opiniões que te fazem sentido mas que nem todas vais poder captar e agir dessa forma. Corrige-te, altera-te, não sintas, faz como os outros querem e não tenhas opinião. Isso sim é viver de ilusão.
Baralhado? Até eu fico ao escrever relei-o o que escrevo para justificar cada mudança de parágrafo que faço. Não te corre nada por a alma? A mim vai correndo, escorrendo e enchendo a cabeça. E viver o que é? Viver é acreditar que um (in)-determinado tempo te define como pessoa, como ser que acredita em algo e funciona por etapas com a finalidade de alcançar um objectivo. Pá pensa no que queres mas não ambiciones sem achares que chegas lá, descobre e procra o teu caminho, mas não te deixes ser pisado. Deixa só que te pisem enquanto tu sabes que está a pisar a priori. Ganha tino e atina, cresce e sente algo diferente do que o que já sentiste. Procura o teu ponto de vista, o meu interessa? Provovavelmente não.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Decido voltar...

Decido voltar e rele-o o que outrora escrevi, questiono-me se vale a pena escrever isto hoje se amanhã não voltarei cá. Inversamente lembro-me de que nada é em vão. Vale a pena escrever, vale a pena pensar, até porque no mais pequeno pensamento "KISS" (keep it simple and stupid) surge a possibilidade de estar a criar algo que ainda não foi criado, tanto em mim como para a sociedade. O que sinto, não vale a pena escrever sobre. Sentir é não viver,viver é reflectir agir e gozar.

Gostava de reunir tudo o que tenho, o que sou e que faço; num pequeno blog que espelhasse algo que os outros interpretassem. Várias interpretações seriam feitas.

(Continua, fechei a loja do design por hoje)